27 de Junho de 2009

A Agonia da Bucha

Para além dos muitos afazeres pessoais e, confesso, por cansaço psíquico com a figura de José Sócrates e da pandilha do PS sócratico, por vezes faltam-me forças para escrever tal é o pesadelo em que o país mergulhou.

Eu não me lembro de na História de Portugal alguma vez, ter existido um homem à frente do governo do país que ao mesmo tempo aliasse incompetência, falta de cultura mínima, de princípios, de ética, de relação impossível com a verdade, de falta de densidade democrática – a democracia pratica-se dia-a-dia, não se apregoa – com perfídia e atos de pura maldade para com os portugueses e o destino da nação, como José Sócrates.

Ele consegue conjugar em si, e sobre si, tudo o que é de abominar num homem de res publica.

Portugal, invariavelmente, nunca teve grandes políticos de visão estratégica e 100% impolutos, mas sendo medíocres nalgumas áreas da governação, havia outras onde se destacavam pela positiva e o povo dividia-se no apoio ou na censura ao governante, apoiando-se uns naquilo que achavam positivo e outros nos aspetos que consideravam negativos. Sempre assim foi, não fosse a chegada de Sócrates.

Sócrates ao querer a todo o custo, e por todos os meios, fazer crer que é um homem sem defeitos, impoluto e imaculado, só obteve junto dos portugueses o efeito contrário. O povo por vezes faz-se de parvo, mas há um limite racional e tolerável para que um parvo por mais que o seja, não reaja contra quem todos os dias lhe diz: “Vocês são parvos e assim se manterão até eu querer”. Da mesma forma que a matéria, os humanos também têm o seu limite de resistência, e tal como um serial killer na sua vertigem de matar tudo o que se mova à sua frente, mesmo sabendo que isso fará com que seja capturado mais cedo, Sócrates corre em direção ao abismo que nós sabemos que está à nossa frente, mas que ele insiste em levar-nos, prometendo-nos que é um precipício que nos conduzirá ao paraíso. Esta demência faz-me lembrar aquelas seitas fanáticas que existem nos Estados Unidos da América e no Japão e que todos sabemos, a ver pelo passado, a que lugar conduz.

Tivesse este homem densidade intelectual, política, filosófica e fosse ele um grande ator que conseguisse na perfeição decorar o papel que todos os dias tem que declamar no enorme palco que lhe foi montado e, não enfiando “buchas”*, nós estávamos em grandes sarilhos.

O futuro irá demonstrar que, para além do péssimo ator que escolheram para fazer o papel principal, por muito bom que ele fosse, não contaram com a força da sociedade de informação do século XXI e das suas potencialidades. Não é só em países como o Irão que se observa a força de cidadãos livres e sem amarras que através da Internet e das suas ferramentas conseguem interagir com os demais, contrariando aqueles que os intimidam, ameaçam e perseguem, no nosso caso com os chamados métodos “democráticos”. Quando um dia se fizer a história da comunicação social portuguesa durante o consulado socrático, com raras exceções, ela será mais negra do que durante o Estado Novo, porque hoje não se podem desculpar com o lápis azul e com a PIDE.

Sócrates não se apercebeu que a cria, que tanto acarinhou, matou o criador: ao massificar o acesso à sociedade de informação. Felizmente para nós.

Sem a sociedade de informação a história do período socrático seria outra e possivelmente não estaríamos agora a assistir ao seu estertor desnorteado e agonizante em que tudo e todos correm sem rumo e direção, atropelando-se uns aos outros enquanto o palco está a arder.

A crise internacional que atravessamos, e que em Portugal por via da que já existia antes desta, só veio agravar as condições de vida deste povo que não merecia tal sorte. Mas como se costuma dizer: “Deus escreve certo por linhas tortas”. Quem sabe se a crise internacional não veio dar uma ajuda decisiva para que nos vejamos, em breve, livres deste grupo de teatro tenebroso que nos tem asfixiado desde 2005?

Tal como aqueles que com a queda do Muro de Berlim diziam que estávamos a assistir ao fim da História, é caso para dizer que os portugueses não deixarão que Sócrates e tudo aquilo que ele representa e encarna neste PS, aniquilem Portugal de vez.

* Nome utilizado na gíria teatral, quando um ator utiliza palavras ou frases durante a representação teatral que não estão no texto original, que se pode dever  a esquecimento ou porque o ator pretende criar mais impacto junto do público.

25 de Junho de 2009

Fruta ó Chocolate?

A Câncio de Sócrates, afirma que não gosta da política de Berlusconi, porém, está contra as investigações judiciais só porque o homem promova festas na sua casa em que putas finas e droga eram coisa comum. Por mim também nada a opor, desde que Berlusconi não tenha cometido nenhum crime nem utilizado dinheiros públicos para as ditas festas.

Eu também preferia que o primeiro-ministro do meu país estivesse metido em assuntos de costumes do que em assuntos de corrupção de estado.

Gostos.

8 de Junho de 2009

Saúde intestinal

Uma telespetadora no fórum da TVI24, que vota PS, afirmou que a saúde em Portugal melhorou muito em Portugal com o senhor Sócrates, disse que melhorou 95% (sic), e dá um exemplo: “Dantes eu tinha que me apertar para não fazer as necessidades nas casas de banho do hospital de Santa Maria, tal era o estado imundo das mesmas. Hoje não, as casas de banho são muito asseadas e têm papel higiénico em quantidade”.

Ou seja, segundo a votante PS, o contributo de Sócrates para melhorar a saúde resume-se a uma evacuação do intestino grosso em boas condições.

A crise das costas largas

Curioso, ou talvez não, mas os comentadeiros de serviço só referem que Sócrates perdeu as eleições europeias por causa da crise. A crise tem as costas largas em Portugal. Na Alemanha, Itália, Franca, Holanda, as costas tem um tamanho, digamos, M, mas por cá a propaganda quer que acreditemos que o tamanho é XXL.

Quantos não terão votado em Sócrates por causa das “suas” promessas não cumpridas, do caso muito nebuloso da “sua” licenciatura, dos “seus” projetos de engenharia, do “seu” Freeport, do “seu” consecutivo  e diário ataque à liberdade de expressão, do “seu” ódio ao Público e à TVI,  da sua vacuidade de pensamento político e intelectual, etc.

A comunicação social domesticada pela máquina de propaganda socialista nem se atreve a pensar alto qual o peso da “relação difícil com a verdade” na estrondosa derrota do “Querido Líder”.

Mais do que a crise, foi o facto de os portugueses acharem que Sócrates tem demasiados casos no seu percurso, muito mal, ou nada, esclarecidos.

Para Sócrates e a sua pandilha convém dizer que a derrota deveu-se à crise. Mais uma mentira. A derrota deveu-se há falta de verdade, ao encobrimento da corrupção de estado e há cobertura política e judicial dos grandes corruptos e pedófilos de estado.

Esperança

As eleições europeias de ontem em Portugal devolveram a esperança ao país. Tal como disse anteriormente, era minha intenção votar em branco, mas no sábado decidi que iria votar PSD e em Paulo Rangel, particularmente.

Sócrates averbou uma derrota estrondosa, a sua máquina de propaganda comandada pelo seu alter-ego Santos Silva não conseguiu os seus objetivos, mas não tenhamos ilusões: eles estão em pânico e até Outubro vão olear a máquina e como a tática da “roubalheira” não funcionou, vão lançar mão de técnicas mais subtis, mas não menos sórdidas.

A vitória do PSD tem que ser lida com cautela. Os portugueses que votaram PSD disseram que confiam no partido, mas que se quiserem ganhar as próximas eleições legislativas, Manuela Ferreira Leite terá que se ver livre das maças podres que o partido tem no seu núcleo duro e de uma vez por todas desmarcar-se daqueles que pela sua ação ou inação fizeram favores se não mesmo lutaram ao lado de Sócrates contra o PSD.

Mas estas eleições foram notáveis a muitos títulos. A comunicação social e as sondagens tiveram uma derrota estrondosa.

As sondagens e sobretudo a Eurosondagem estão desacreditadas por muitos e longos anos.

Mário Soares perdeu mais uma vez e Almeida Santos e o seu: “meus Deus é um professor de Coimbra com provas dadas” que é o mesmo que dizia que o aeroporto deveria ser na Ota por causa de um atentado terrorista na margem sul, perderam a noção do tempo e por uma questão de higiene cívica deveriam calar-se de vez.

Vital Moreira, que se achava um homem fora de série, sai destas eleições humilhado e sem capital futuro, nem como professor. A fabricada agressão e a roubalheira foram-lhe fatais. Vital Moreira ao colocar-se ao serviço da máquina de propaganda socialista assinou a sua sentença de morte política.

Quanto a Sócrates, vamos assistir a uma transformação que visa amaciar os eleitores que votaram contra ele e sobretudo os que se abstiveram, fazendo crer que sem o PS o país ficará ingovernável.

Mentiroso como é, embora ninguém acredite nele, precisa de amedrontar e chantagear o eleitorado, porque ele sabe que é a única forma que tem para ir aguentado que a bolha dos casos da sua vida rebente com grande estrondo e que o remeta para o local onde moram aqueles que os povos se envergonham em admitir de como foram capazes de eleger figura tão sinistra.

Foi entreaberta uma porta de esperança, há que lutar todos os dia e todas as horas contra a máquina socialista na comunicação social, contra os comentadores políticos a soldo e sobretudo atentos àqueles que se dizem PSD e tudo fazem para destruir o partido e que agora que já lhes cheira a poder vêm a correr para terem um lugarzinho à mesa. Manuela Ferreira tem agora toda a legitimidade para jamais incluir nas listas dos candidatos a deputados os que lhe fizeram, diariamente, oposição encarniçada, começando por esse eterno jovem, Pedro Passos Coelho.

30 de Maio de 2009

Pela Europa, voto em branco

O que define um europeu quando sai da Europa? Falo por mim. Sei que o mundo é um só, mas que perante o que se me apresenta à minha frente, sinto que está longe daquilo com que eu me identifico. Isto não implica estar certo ou errado, concordar ou discordar, tão só identificar.

Sou a favor dos Estados Unidos da Europa, da Europa dos povos. A federação que acredito e aceito terá que ser emanada a desejo dos povos, nunca, como alguns teimam, construída contra os povos.

A classe política usa e abusa do conceito “Europa” numa perspectiva de partir e repartir os vários poderes em jogo: político, económico, financeiro, com muito pouco de social e nada de cultural.

Nasci português. Calhou. Sinto e sofro pelo meu país. Simplesmente está entranhado em mim.

Claro que sofro e sinto mais por Portugal do que por Espanha, por exemplo. Mas quando visito a Europa, sinto também que aquilo me pertence de alguma forma: a história, a cultura, aquelas gentes nunca as tendo visto são-me familiares nos gestos do seu quotidiano.

Aquando dos atentados terroristas do 11 de Setembro em Nova Iorque aquilo deitou-me abaixo, revoltou-me, senti que estilhaços me atingiram. No entanto, com os atentados terroristas de Madrid, primeiro, e Londres, depois, o impacto e a revolta atingiram-me a carne e o espírito. Algo de meu foi atacado.

Se Bruxelas em vez de dar milhões e milhões de euros a uns poucos, que são sempre os mesmos, se incentivasse e subsidiasse o contacto directo de cada um dos europeus com os seus pares de outros estados membros, integrando a história e a cultura que temos em comum, visitando-se mutuamente, o espírito e o valor de se ser europeu, acredito, aumentaria em flecha.

O que vejo são os políticos de agora, cada um à sua maneira, a destruir o sentido de se ser europeu, a trair os objectivos dos seus fundadores e contrariando a vontade dos povos europeus, que não se revê nos caminhos que eles querem que nós sigamos. Por este andar a Europa mais tarde ou mais cedo abrirá brechas profundas que levarão ao seu desmantelamento.

Está em cada um de nós europeus evitar isso e tomar-mos o futuro da Europa nas nossas mãos.

Eu sou por uma Europa federal em que cada estado tenha o grau de autonomia que entenda, sabendo que vota para um presidente europeu e um governo europeu federal.

O que mata o desejo de federalização de muitos é que ninguém se assume federalista, mas vão federalizando à revelia dos povos e contra eles.

Porque a federalização não é assumida por ninguém, porque não apresentam um modelo de federalização aos povos, mas vão federalizando à socapa, eu no próximo dia 7 de Junho voto em branco.

Gosto e identifico-me com a Europa e desejava que no futuro as gerações se sentissem europeias de corpo inteiro, da mesma forma como hoje ninguém nascido em Portugal defende que voltemos a ser árabes, só porque o fomos no passado.

Dirão que isto é fantasioso demais. Será? Os Estados Unidos da América têm pouco mais de 200 anos de idade, ainda hoje são muito ciosos dos seus estados, veja-se o grau de autonomia. Aliás, alguns dos estados têm um grau de autonomia, dentro da federação americana, muito superior aos estados que fazem parte da União Europeia, não sendo federal.

Há coisas simples que me fazem sentir europeu, tal como um americano nos Estados Unidos da América: quando um português se destaca em qualquer campo do conhecimento por oposição aos seus pares europeus fico muito orgulhoso, no entanto se um europeu se destaca num campo em que estão americanos, asiáticos, sul-americanos, fico também deveras orgulhoso.

Sei que há por aí alguns que gostam de ser modernaços e para eles o mundo é um só e são contra as de identificações ou competições. Isso para mim é que é utópico, a menos que entretanto tomemos contacto com uma civilização extra-terrestre.

Este não chegou à China

Quando, imagine-se, o Iraque bate Portugal aos pontos no combate aos políticos corruptos, está tudo dito.

Ponham-se a pau

Como já tinha, aqui, afirmado, Cavaco Silva está refém de José Sócrates e da sua pandilha.

José Sócrates, e a pandilha, desta vez não utilizou, como é hábito, o Diário de Notícias, porque era muito óbvio, vai daí o Expresso deu uma ajudinha “inocente”, e destaca na sua 1.ª página que o Presidente da República também fez negócio com acções da SLN/BPN.

José Sócrates e a pandilha só avisam que jamais cairão sozinhos.

Veremos.

29 de Maio de 2009

Até as putas pagamos

O “putedo” político português é tanto que  já não cabe no país e vai daí começou a usar as embaixadas, que face ao Direito Internacional é considerado solo português, para que as colegas sejam instaladas condignamente.

Falta saber, quando já não restar embaixadas e outras missões consulares, para onde irão as putas tugas.

28 de Maio de 2009

A Europa está em perigo

Pobre Europa, pobre Portugal, que em vez de discutir que tipo de Europa e que políticas devem ser implementadas para cimentar a união dos povos, o que se vê neste tempo que “eles” dizem de campanha eleitoral para as eleições do parlamento europeu a realizar, por cá, no próximo dia 7 de Junho, são lutas e campanhas para os tachos das eleições legislativas e autárquicas que se realizarão lá para Outubro.

Depois vêm eles pedir ao povo para ir votar nas eleições para o parlamento europeu, que já por si tem tido uma alta taxa de abstenção, da ordem dos 70%, quando são eles mesmo que menosprezam a Europa, começando pelo PS, que tem sido incansável a por em palco o terror e o horror, isso sim, que dá pelo nome de José Sócrates a propagandear os seus (de)feitos para ganhar as próximas eleições legislativas.

No entanto para isto ainda ficar mais confuso, o país está inundado de cartazes e comícios, em que, a propósito das ditas eleições europeias, aproveitam para apresentar os candidatos e programas às eleições autárquicas.

Não admira que muitos populares quando interrogados não saibam distinguir se no dia 7 vão votar em Vital Moreira, se em José Sócrates, se no candidato para a sua autarquia.

Uma armadilha fomentada e aproveitada pelo PS, que, embora em menor grau, os restantes partidos políticos não se coibiram de ir atrás.

A Europa, e  sobretudo Portugal, está entregue a uma classe manifestamente incompetente, corrupta, sem cultura, sem princípios e valores, que nada sabem, ou querem saber, da História da Europa e muito menos se preocupam com o futuro deste velho continente.

Com gente desta que enche a boca com a palavra “Europa” só para proveito próprio e da sua clique, e para quem os europeus não contam, e quando contam passam-lhes atestados de menoridade e o seu voto é pura e simplesmente deitado ao lixo, e nos vem pedir o voto para umas eleições que se dizem europeias e que trataram de aniquilar a resposta a dar é: “DESAPAREÇAM”… para fora da Europa, bem entendido.

11 de Maio de 2009

A Ministra da Gripe

A ministra da Saúde nunca falou como agora. Sobre os diversos problemas que enfermam a saúde em Portugal, nada diz e quando interrogada pelos poucos jornalistas que se atêm com essa temática, ou não sabe responder, ou engana-se ou foge.

Agora que chegou a gripe A, a senhora não há dia que não abra a boca para nos dar o ponto da situação da epidemia em Portugal.

Ana Jorge não será lembrada como ministra da Saúde, mas como a ministra da Gripe.

9 de Maio de 2009

Portugal de “Bela Vista”

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Carregado, 20/04/2009

DD – Democracia Directa

Logo luis todo azul

A página do Movimento para a Democracia Directa aí está para que juntos façamos um Portugal diferente, melhor e mais responsável: pleno de Direitos e de… DEVERES.

A um direito corresponde sempre um dever, coisa que não entra na cabeça de muito boa gente.

A Democracia Directa pelo seu carácter apartidário, mas com os partidos, é a forma que cada um de nós encontra para dar um contributo válido para uma nova vida em sociedade que se quer na Democracia do novo milénio.

30 de Abril de 2009

Fag hag?

 

(clique na imagem)

A Câncio também gosta de processar. Será que aprendeu com o seu (namorado? companheiro? amigo? assessorado?, etc. e tal?) Sócrates, ou foi ao contrário?

24 de Abril de 2009

Democracia Directa

Logo luis todo azul

O Jornal da Noite de 6.ª feira da TVI, noticiou que a queixa-crime apresentada pelo Movimento para a Democracia Directa, junto da Procuradoria-Geral da República para apuramento de eventuais responsabilidades criminais do primeiro-ministro José Sócrates, do ministro da Justiça, Alberto Costa, e do procurador-geral adjunto, presidente do Eurojust, Lopes da Mota, relativas a alegadas pressões sobre os procuradores titulares do inquérito ao Freeport,Vítor Magalhães e Paes Faria, para o arquivamento do processo, levou o procurador-geral a entregar o inquérito à magistrada Maria José Morgado, que por seu turno remeteu a condução do mesmo para o Supremo Tribunal de Justiça, uma vez que a queixa-crime do Movimento para a Democracia Directa, envolve um procurador-geral adjunto, Lopes da Mota.

A somar a isto, se atendermos à sondagem  SIC/Expresso, em que quase 80% dos inquiridos não se revê na forma de fazer política dos actuais partidos políticos e que aspiram a que independentes possam concorrer às eleições legislativas, que é um dos desideratos principais que o Movimento para a Democracia Directa defende que se implante em Portugal urgentemente, só vem confirmar que os portugueses querem fazer democracia directa, pois já se aperceberam que só assim se pode salvar a verdadeira Democracia em Portugal.

Festa brava

Ninguém manda esta gaja à merda?

Diz-se que a mulher é natural de Vila Franca de Xira, terra da festa brava? Aos naturais dessa localidade costuma-se perguntar, em tom de brincadeira: “É touro, ou toureiro?”

22 de Abril de 2009

A jornalista plantada

A jornalista-peixeira não conseguiu os objectivos que a levaram a aceitar o convite da TVI para, de mão na anca, defender o namorado, e as suas políticas, contra tudo e contra todos, no programa “A Torto e a Direito” na TVI24.

Ao não conseguir os seus intentos, fez como os falhados, desistiu. Mas Câncio conseguiu com a sua fugaz, mas muito ruidosa, participação na TVI liquidar o capital que ainda lhe restava como jornalista de causas.

Probabilidades estatísticas

O Marcelino, que é diretor do Diário de Notícias, recebeu ontem, em direto, um grande elogio desse que se chama Sócrates, na RTP1, na entrevista que José Alberto Carvalho e Judite de Sousa lhe concederam.

O Marcelino assim que acabou a entrevista, plantou-se na RTPN, juntamente com outros comentadores para apreciarem o desempenho do entrevistador Sócrates. Como o elogio que recebeu o deve ter deixado tão babado, digamos mesmo que à beira de um orgasmo jornalístico, só hoje, depois de recuperado, conseguir articular no seu jornal deste tempo sócretino, o agradecimento e a retribuição ao seu mestre de jornalismo, que por acaso também ocupa uma casa em São Bento, aquela que Miguel Sousa Tavares disse ser indigna de acolher Santana Lopes, e que quando Sócrates lá pôs os pés, o levou a afirmar que finalmente um inquilino decente por lá se instalava.

Vê-se.

O que se passou ontem na RTP1 deveria hoje levar Cavaco Silva a demitir esse sujeito. Como o não faz, Cavaco demonstra mesmo que, também ele, tem medo do tipo, e que as indicações, que Sócrates deu a Cavaco para se comportar, são para levar a sério. Caso contrário, já sabe que temos o caldo entornado.

As gerações que vivem hoje neste Portugal, mais miserável do que nunca, jamais tinham assistido a uma crise económica com resultados tão devastadores como aquela que agora se abateu sobre o país. Diz Sócrates, do alto da sua sapiência económica, que crises destas acontecem de 100 em 100 anos. O que ele não disse é que Portugal só tem primeiros-ministros como ele de 1000 em 1000 anos.

Desgraçados de todos nós por nos calhar logo em simultâneo estas duas probabilidades estatísticas.

7 de Abril de 2009

Humor como arma política

Os italianos tem um pouco mais de sorte que os portugueses. Sócrates e Berlusconi, ambos presidentes do conselho, são idênticos nos métodos, só que Berlusconi tem uma vantagem: tem um sentido de humor admirável, mesmo nas horas trágicas, coisa que por cá não existe.

Por cá é só ódio, raiva, poderes ocultos, campanhas negras, campanhas rosa, plantações, e coisas que tais. Se isto fosse feito com humor ainda se suportava o deboche a que o país chegou.

Aprendam com Berlusconi, o padrinho mor.

6 de Abril de 2009

Excitação processual

Este gosta é de processos. O melhor para sair disto é cada português processar os restantes portugueses.

Ora, como somos 10 milhões. Cada português levanta 9.999.999 processos, isto dá um número total de processos nos tribunais de… 99.999.990.000.000 e, assim se resolveria de uma vez por todas a nossa justiça macaca.

A plantação de j.

Começou, agora na RTP1 – Prós & Contras – as quase 3 horas de tempo de antena que semanalmente o nosso Chávez nos brinda.

Depois da Independente

Antes da Independente

Plantar na areia

Este Ricardo Rodrigues é a mesma pessoa que este Ricardo Rodrigues?

Além de deputado, é membro do Conselho Superior do Ministério Público, nomeado pela Assembleia da República, sob indicação do PS, e como tal gosta muito de processos disciplinares para indagar a conduta. Não, não é a dele. É a dos outros.

Está bem, abelha. Nós percebemos.

A plantar

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Falta a f. das plantações

Mais uma plantação

A exoneração do Costa, da actual Justiça, nos idos de 80 do século passado, pelas bandas de Macau, ainda sob administração portuguesa.

Contadores

Já tínhamos o “corrupto-eleitrómetro” ao qual o povo aderiu em massa: Felgueiras, Oeiras, Gondomar, Marco de Canavezes, etc.

Nas próximas eleições autárquicas, para além do conhecido “corrupto-eleitrómetro”, implementado em vários pontos do país, o povo de Almada vai experimentar um novo aparelho de medição: o “pedófilo-eleitrómetro”.

Vamos ver qual a taxa de adesão.

A Quinta das celebridades

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Hoje, em tudo o que é jornal, vem estampada a cara do presidente do conselho, j., junto do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Os dois a rir com os dentes todos. Mas uma coisa é a foto, outra foi ver as imagens vídeo que mostraram como se chegou à foto. j. parecia aqueles fãs que correm atrás das estrelas de cinema, ou de música, e que num momento raro a estrela concede que lhe tirem uma foto junto do admirador. Assim foi j. com Obama.

j., depois da foto, falou com jornalistas plantados e informou-os, com vozinha afetada, que tinha sido um prazer conhecer Barack Obama e que iria mandar mais uns portugueses para o Afeganistão, conforme Obama tinha solicitado a todos os membros da NATO. j. propagandisticamente, disse logo que sim.

Aliás, os membros do governo de j. assim que vêm uma estrela mediática correm logo a tirar uma foto para a posterioridade, de certo para mostrar aos netinhos, nem que seja dentro de água, pele com pele, vide Manuel Pinho com Michael Phelps .

Entretanto, o senhor Silva, e uma vez que pensávamos que o país estava na mais completa normalidade, veio dizer-nos que isso não é bem assim: que a democracia está adulterada... pelo novo estatuto dos Açores.

Felizmente que temos alguém que nos faz acordar e tomar consciência dos perigos que a Pátria corre.

Obrigado, senhor Silva. Muito obrigado.

4 de Abril de 2009

Uma senhora

Se Cicciolina sabe que João Miguel Tavares se serviu dela para fazer comparações com Sócrates, leva mais um processo em cima: é que ela é uma senhora, da má vida é certo, mas não deixa de ser uma senhora, que nada tem a esconder.

Ui, ui, que medo

 

Número

Entrada

Datas

Partes

Unidade

Orgânica

Processo

Espécie e

observações

4283692

Entrada:
02-04-2009
Distribuição:
03-04-2009

Autor:
José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa

Réu:
Cristina Ferreira

Réu:
Paulo Ferreira

Réu:
Jose Manuel Fernandes

Réu:
Público – Comunica-
ção Social, SA

11ª Vara - 3ª Secção

783/09.2TVLSB
Valor:
250.000,00 €

Acção de Processo Ordinário