De vez em quando, dou por mim a pensar que Portugal é um país sui generis, eleito por Deus, para demonstrar à humanidade que neste "jardim à beira-mar plantado", está tudo aquilo que a espécie deve, e não deve, seguir.
Há coisas neste rectângulo que são únicas e que mais nenhum povo no planeta poderá, ou poderia, protagonizar. O filósofo Agostinho da Siva, dizia, já no crepúsculo da sua vida, que a Portugal estaria acometido um papel de charneira no futuro da humanidade.
Na verdade nós somos uma espécie rara: olhando para o nosso passado e para os acontecimentos ocorridos no presente, só podemos ser produto de algo que "está para além do nosso entendimento".
Nós, menosprezámo-nos por "tamanha fatalidade", mas há povos e nações que nos invejam, por ao contrário deles, nós não sermos tão previsíveis.
Olhem, sabem que mais? Dá "pica" ser português.
Sem comentários:
Enviar um comentário