"Um cretino será sempre um cretino."
2 de janeiro de 2010
30 de dezembro de 2009
29 de dezembro de 2009
19 de dezembro de 2009
Caso não tenha vontade, tome viagra
Recado a Sócrates
18 de dezembro de 2009
Onde é que eu já vi isto? (3)
O advogado e romancista alemão, Erich Ebermayer (1900-1970) declara no seu diário pessoal e político, relativo aos anos de 1933 a 1935, que foi publicado em 1959, o seguinte acerca de Hitler e das inúmeras tentativas deste em apresentar um curriculum vitae aceitável:
"Essa história inconcebível não fez ruir as paredes. Contudo, o que eu considero mais assombroso é ele próprio crer na lenda da sua vida. Se alguém lhe relatasse tal como é na realidade, com a mais profunda das convicções apelidá-lo-ia de mentiroso… Como escritor, estou em condições de compreender bem o facto. É frequente acreditar nas histórias que invento - tem mesmo de ser, caso contrário não pareceriam razoavelmente persuasivas."
Lothar Machtan, A Face Oculta de Hitler
17 de dezembro de 2009
Fobias reais ou imaginárias
- Um homossexual poderá ser homofóbico?
- Um homossexual, sendo contra a homofobia, poderá ser heterofóbico?
- Um bissexual poderá ser simultaneamente heterofóbico e homofóbico?
- Conhece algum heterossexual heterofóbico que seja contra a homofobia?
15 de dezembro de 2009
Onde é que eu já vi isto? (2)
" O oficial Gerhard Rossbach, dos Freikorps, descreveu como se segue o Hitler daquela época [anos 20 do século XX]: «Passivo mas querendo ser duro, meio educado mas querendo ser omnisciente, um boémio que, se pretendia impressionar os soldados a valer, teria de se tornar soldado. Um homem inseguro de si e das suas capacidades e, por consequência, cheio de complexos de inferioridade em relação a todos os que já tinham vencido na vida ou estavam prestes a ultrapassá-lo. Diferente e inseguro, mas amiúde brusco quando sentia algumas limitações.»"
Lothar Machtan, A Face Oculta de Hitler
Onde é que eu já vi isto? (1)
"… obsessão em viver como um "artista", dependência da ajuda dos outros, uma vida mais de ilusão do que realidade, ânsia de reconhecimento e de autojustificação, um desejo quase incontrolável de auto-afirmação e, facto não menos importante, a transição quase abrupta da arte para a política."
Lothar Machtan, A Face Oculta de Hitler
9 de dezembro de 2009
6 de dezembro de 2009
Ai que moca

"Teve experiência com drogas?
Fumei haxixe com uns amigos e, por acaso, só posteriormente percebi realmente o que tinha fumado."
Pedro Passos Coelho dixit, in JN
Por aqui se vê que o homem ainda não percebeu a triste figura que anda a fazer vai para dois anos. Talvez o Felipe La Féria lhe explique.
Cadê os outros?

"Itália é uma democracia que perde em qualidade todos os dias".
Substitua a palavra "Itália" por "Portugal" e veja lá se não é a mesma coisa.
O povo suiço é estúpido, querem lá ver?!

"Se substituíssemos a palavra "muçulmano" pela palavra "judeu", ninguém aceitaria as coisas que se dizem".
Este senhor está muito enganado. Suponhamos que os judeus, em nome da sua religião, começam a lançar ataques terroristas e a proclamar que a religião judaica é superior às outras.
Esta gente catedrática não aprende nada com a História. Passam um atestado de estupidez ao povo, neste caso o suiço, que na sua óptica não deveria ter direito a manifestar-se da forma mais democrática que existe: a democracia directa.
Estes pensadores do politicamente correto são na verdade uns verdadeiros fundamentalistas, para não lhes chamar proto-fascistas.
5 de dezembro de 2009
Vagas de Merda

Já que estamos numa maré de: "vai pó caralho", "tens uns gandas cornos", "tem juizinho", "palhaço, pá", etc, etc.
Também a mim me apetece mandar o capo da máfia lusa "pó caralho" e "pá puta que o pariu", que não tem culpa nenhuma de ter dado à luz semelhante besta tão ordinária e reles.
Foda-se, já não suporto ver o homem, quanto mais ouvi-lo.
Pronto, já descarreguei. Entretanto não faltará muito para, oficialmente, ser declarada a bancarrota.
29 de novembro de 2009
Fala, e atende

"Costuma receber telefonemas de José Sócrates?
Eu falo com toda a gente. Falo com toda a gente."
in, Jornal de Notícias, 23/11/2009
O senhor director de informação da RTP, diz que fala com Sócrates, aliás diz que fala com todos [todos, quem?], mas recusou-se a responder se atende.
Obrigado, senhor director, por tão cabal esclarecimento. Quem confessa o pecado...
11 de novembro de 2009
Até um Dia

4 de novembro de 2009
Deixem Deus em Paz

Os fundamentalistas islâmicos costumam "adorar" gente desta.
Eu consigo compreender melhor o ódio ao cristianismo manifestado pelos muçulmanos extremistas, do que aquele que gente como esta devota, particularmente à Igreja Católica.
Será que foram molestados por religiosos católicos, será que as suas vidas foram destruídas pela Igreja? Se foi o caso, estão desculpados.
Se o ódio vem pelos erros que a Igreja, fez, faz e fará, porque de homens se trata, ao longo do tempo, então estamos em presença de pessoas verdadeiramente fascistas.
31 de outubro de 2009
Coitadinhos dos impolutos

Acho graça que comentadeiros, blogueiros e quejandos se mostrem incrédulos por Armanda Vara pedir € 10.000,00 por causa de uns favores, a um sucateiro.
Dizem estes seres que Vara ganha milhões e não se iria sujar por uma quantia tão reles.
Na cabeça desta gente se Vara pedisse 10 milhões de euros a coisa já era de acreditar.
Mas esta gente que se faz de parva, e quer tomar-nos por parvos, acha que lá por Vara ganhar milhões, teria que ser ele a pagar a terceiros os favores que lhes pedia em nome de um sucateiro?
Ao pé da cabeça de Luís Delgado, Helene Roseta, Ricardo Costa e outros, Vara é um génio.
29 de outubro de 2009
A Coisa da Morte

Faleceu ontem uma criança de 10 anos que tinha gripe A. O corpo será autopsiado amanhã, para confirmar se a morte foi devida unicamente à gripe A, ou se haveria alguma doença desconhecida onde o vírus encontrou campo fértil.
Pai e madrasta da pobre criança, andam desde ontem, com a conivência e aprovação da comunicação social, a protagonizarem o que de mais abominável se pode esperar quando um ser humano morre: falta de respeito.
Os directos, a partir da rua, em que o pai recebe o diagnóstico do médico por telefone a confirmar a gripe A, passando pela casa da criança, à meia-noite, e hoje de manhã, na cena de comício da madrasta à porta da escola onde o enteado estudava, levam-me a crer que a dor do desaparecimento daquela criança para aquela família manifesta-se através do espectáculo comunicacional.
O espectáculo até poderia existir, como é hábito, infelizmente, mas depois do funeral.
Já agora, alguém sabe se a criança tem mãe? Uma mãe de verdade, na hora da morte de um filho, não anda a correr atrás das televisões.
Ainda me falta saber se os directos são pedidos pelo pai e madrasta ou se são as televisões a proporem-lhes.
Tudo um nojo.
Que aquela criança descanse em paz.
28 de outubro de 2009
19 de outubro de 2009
13 de outubro de 2009
Jornalismo de Latrina

Ontem, no programa da Fátima Campos Ferreira, o denominado "Prós & Contras", em que se debatia a plantação, ou semeadura, de notícias nos jornais portugueses, só veio confirmar uma convicção que eu já tinha de há muito tempo: em relação aos jornais portugueses, só acredito na página de necrologia. De facto, aqueles morreram e leio atentamente não vá alguém meu conhecido finar-se e eu não ter sido informado por via directa.
Quanto ao mais, fiquei com a certeza que o provedor da RTP, Paquete de Oliveira, além de exercer um cargo para o qual não tem a mínima capacidade, veio a terminar o programa com uma tirada que demonstra o que para ele é jornalismo.
Quando Henrique Monteiro, director do "Expresso", afirmou que ele tinha 30 e tal anos de jornalista na área política e o Marcolino tinha começado como jornalista na área desportiva, e por lá andou até há poucos anos, Paquete de Oliveira insurgiu-se contra o facto de Henrique Monteiro fazer essa distinção, como se isso não contasse para nada.
Conta e muito, Marcolino sabe muito bem que no jornalismo desportivo aquilo que ele fez no "Diário de Notícias" nunca teria as repercussões que teve, ao delatar fontes internas de um jornal concorrente, envolvendo as mais altas figuras do Estado.
Quando muito incendiava o mundo do futebol, coisa corriqueira todas as semanas na imprensa desportiva portuguesa.
Marcolino e Paquete de Oliveira estão bem um para o outro, eles mais uma vez confirmam que futebol e política no jornalismo português é uma e a mesma coisa.
Ainda vamos ver o Marcolino na RTP e o Paquete como provedor do "Diário de Notícias". Merecem-se.
2 de outubro de 2009
A importância de um f.

É por isto que "ela" não pode casar-se com Sócrates.
Imaginem as reacções se, por hipótese absurda, Maria Cavaco Silva, fosse da mesma estirpe, e dissesse um décimo do que esta "senhora" diz, sobre o seu namorado.
30 de setembro de 2009
O que vale Portugal?

Cavaco Silva, na sua comunicação ao país, ontem:
"Um Presidente da República tem, às vezes, que enfrentar problemas bem difíceis, assistir a graves manipulações, mas tem que ser capaz de resistir, em nome do que considera ser o superior interesse nacional. Mesmo que isso lhe possa causar custos pessoais. Para mim Portugal está primeiro."
Alguém acredita que José Sócrates seria alguma vez capaz de dizer isto? E oportunidades não lhe faltaram, tantos são os casos em que ele, e só ele, se encontra comprometido e onde Cavaco não estava lá, nem sabia que um dia iria ter que aturar um homem sem palavra.
O Presidente, a propósito do estatuto dos Açores, foi isso que disse sobre Sócrates: "um homem sem palavra".
Colete de Forças

Cavaco falou e ninguém gostou do que disse. Isso é bom sinal. Quando todos o julgavam prisioneiro de Sócrates, veio a terreiro e, como eu desejava, foi curto e grosso.
Sócrates sabe muito bem que levou "um par de estalos" de mão aberta.
Os estalos doeram tanto que o clone do chefe, Silva Pereira, demorou mais de 2 horas a reagir.
Como a dor foi forte, os colaboradores da SS socrática vieram logo em socorro do chefe e menosprezaram o que o Presidente disse, fazendo passar a mensagem que Cavaco Silva está "maluco".
Mas quando uma maluca apelida o presidente de pateta deveria ser internada em Guantánamo, por exemplo.




