Ana Gomes, sempre ela, está escandalizada com a pedofilia praticada por padres da Igreja Católica, mas não por aqueles que são seus corregilionários dentro do Partido Socialista.
A Igreja encobria, o PS ainda encobre.
Ana Gomes, sempre ela, está escandalizada com a pedofilia praticada por padres da Igreja Católica, mas não por aqueles que são seus corregilionários dentro do Partido Socialista.
A Igreja encobria, o PS ainda encobre.
Para esta e esta desgraçadas, a pedofilia só é medonha porque praticada por padres católicos e por os mesmos terem sido protegidos, no passado recente, pela hierarquia da Igreja.
Agora, que este papa, Bento XVI, disse "basta de encobrimento", querem, no mínimo, que o homem, Ratzinger, seja levado à justiça e o façam pagar pelos crimes praticados por todos os padres católicos do mundo.
Estas doidas, são as mesmas que não se importam com a pedofilia de Estado que grassou na Casa Pia e que ainda hoje mancha a honra de Portugal, quando alguns dos acusados pelas vítimas estão a ocupar altos cargos no Estado.
Puta que as pariu.
À carne tenrinha do Daniel Oliveira, nenhum padre lhe deita o dente.
Ele que não olhe só para debaixo da sotaina, não vá algum político, daqueles que ele tão bem conhece, aproveitar-se e dar uma dentadinha nos seus jaquinzinhos.
Mas se calhar, como bom ateu que é, até perdoava.
O perdão não é exclusivo dos católicos, pois não Daniel?
Quem é o Carlos, de sotaque brasileiro, que estava com Sócrates nas Baleares, em Agosto de 2009?
Que tipo de ligações existe entre Vara, esse tal de "Carlos" e Sócrates?
Qual o papel de Carlos na "Face Oculta"?
Ou Carlos é, tão só, um caso de alcova?
E que dizer do temor da comunicação social em falar de "Carlos"?
Por que será que os jacobinos de pacotilha, com capa de ateus, querem à viva força que o papa, no limite, resigne, uma vez que, segundo eles, foi cúmplice nos múltiplos casos de pedofilia que assolam a Igreja Católica um pouco por todo o mundo.
Só resta uma saída, e está nas mãos de Cavaco Silva.
Da acção dele se aquilatará se gosta ou não de presidir a um país em que o poder executivo, judicial e económico é exercido por mafiosos.
O advogado e romancista alemão, Erich Ebermayer (1900-1970) declara no seu diário pessoal e político, relativo aos anos de 1933 a 1935, que foi publicado em 1959, o seguinte acerca de Hitler e das inúmeras tentativas deste em apresentar um curriculum vitae aceitável:
"Essa história inconcebível não fez ruir as paredes. Contudo, o que eu considero mais assombroso é ele próprio crer na lenda da sua vida. Se alguém lhe relatasse tal como é na realidade, com a mais profunda das convicções apelidá-lo-ia de mentiroso… Como escritor, estou em condições de compreender bem o facto. É frequente acreditar nas histórias que invento - tem mesmo de ser, caso contrário não pareceriam razoavelmente persuasivas."
Lothar Machtan, A Face Oculta de Hitler
" O oficial Gerhard Rossbach, dos Freikorps, descreveu como se segue o Hitler daquela época [anos 20 do século XX]: «Passivo mas querendo ser duro, meio educado mas querendo ser omnisciente, um boémio que, se pretendia impressionar os soldados a valer, teria de se tornar soldado. Um homem inseguro de si e das suas capacidades e, por consequência, cheio de complexos de inferioridade em relação a todos os que já tinham vencido na vida ou estavam prestes a ultrapassá-lo. Diferente e inseguro, mas amiúde brusco quando sentia algumas limitações.»"
Lothar Machtan, A Face Oculta de Hitler
"… obsessão em viver como um "artista", dependência da ajuda dos outros, uma vida mais de ilusão do que realidade, ânsia de reconhecimento e de autojustificação, um desejo quase incontrolável de auto-afirmação e, facto não menos importante, a transição quase abrupta da arte para a política."
Lothar Machtan, A Face Oculta de Hitler







Franklin Távora (1842-1888) Escritor brasileiro